Educación Ambiental en la carrera de tecnología en agroecología del IFPR Ivaiporã a la luz de la teoría de la decolonialidad
DOI:
https://doi.org/10.68103/sh7jq046Palabras clave:
Agroecología, Educación Ambiental, Educación Profesional y Tecnológica, DecolonialidadResumen
Este artículo trata sobre cómo la temática de la educación ambiental se inserta en el Proyecto Pedagógico de la carrera de Tecnología en Agroecología del campus de Ivaiporã del Instituto Federal de Educación, Ciencia y Tecnología (IFPR). El objetivo general fue cuestionar la educación ambiental que desconsidera los saberes de pueblos tradicionales, como los campesinos (por no considerarlos científicos ni tecnológicos), a la luz de la teoría de la decolonialidad. El tema es relevante, pues se deposita en la Agroecología la capacidad de generar reflexiones sobre educación ambiental, avanzando hacia una reflexión que trascienda los conceptos eurocéntricos para llegar a la decolonialidad. La metodología incluyó revisión de literatura e investigación documental. El principal resultado fue constatar la necesidad de fortalecer la Agroecología partiendo de la teoría de la decolonialidad y su crítica al eurocentrismo; se concluye que existe la necesidad de pensar la educación ambiental crítica como parte del proceso de formación integral, científico y tecnológico.
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